Um novo “e se”…

  Depois de ler algumas coisas e pensar um pouquinho, resolvi – pelo menos por enquanto – que a melhor coisa para começar uma nova história é o “e se…”

Depois de escrever alguns contos, resolvi lançar mão de fazer um livro… talvez fique curtinho como “Memórias de minhas putas tristes”, mas quem dera tivesse uma questão tão instigante quanto.

Então, o “e se…” veio.

E se você se reencontrasse criança? 

Já pensei nisso muitas vezes, quem sabe até numa pegada “De volta para o futuro” ou “Em algum lugar do passado”. Ou mesmo sob as ponderações de: se eu soubesse aos (insira aqui uma idade) o que eu sei hoje. Será que realmente faria diferença?

Assim, comecei a escrita. Ainda o que eu tenho é o “osso” da história.

Pensei um pouco em o que eu faria se me encontrasse pequena. Ou ainda, se eu-futura me encontrasse hoje e me contasse coisas que ainda estão por vir. Eu acho que passamos por coisas tão insólitas durante a vida, ou no limite, tão inesperadas, que mesmo se alguém contasse, a gente não acreditaria. E os oráculos, alguém pode perguntar. Olha, da minha experiência, as pessoas geralmente vem buscar um oráculo quando querem uma confirmação para o que já estão pensando ou quando precisam de uma orientação sobre determinadas coisas. Dificilmente, alguém busca uma leitura de tarot do nada para saber sobre o que nem imaginam. Assim, eu estou aqui pensando que, mesmo que nos contassem coisas do tipo: você vai se casar com um milionário ou você vai ser mandado embora amanhã (sendo que tudo está aparentemente bem), você não acreditaria.

Eu sei que isso tudo leva a uma literatura um pouco fantástica. Mas, depois de algumas doses de “O homem duplicado”, de Josá Saramago ou “Incidente em Antares”, do Érico Veríssimo… por que não? Coisas estranhas podem acontecer em nossas vidas.

Então, deixo aqui a minha provocação e quem sabe, uma pequena pesquisa sobre o que os leitores desse blog pensam sobre o assunto: se vc se encontrasse na infância e tivesse chance de interagir consigo mesmo, que tipo de coisa diria ou que cuidado teria?

Pietra, que tem escrito muito em seu caderno sobre essa história e bem pouco no seu computador – tem vergonha na cara, menina!

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2 thoughts on “Um novo “e se”…

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